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13/03/2017 21:49
Os brilhantes alunos do Instituto Dom Barreto foram agraciados com as medalhas da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) e da Olimpíada Brasileira de Informática (OBI), na noite desta segunda-feira, 13 de março, na Praça de Eventos, do prédio Deus Quer.
No total, vinte alunos receberam medalhas, sendo dezenove medalhas referentes à Olimpíada de Robótica e uma pela Olimpíada de Informática. Na OBR, foram premiados dois alunos com ouro, oito com prata e nove com bronze. Já na OBI, o aluno Ocimar Mota dos Santos Filho recebeu a medalha de prata.
Estiveram presentes no evento a diretora do IDB, professora Stela Rangel e os professores de Robótica, Henrique Moura e Jenner Vaz Silva.
Para o professor Jenner, Olimpíadas são muito mais do que medalhas, prêmios e diplomas de participação. “As Olimpíadas científicas brasileiras proporcionam aos estudantes e professores novas descobertas, novos lugares, ideias, técnicas e conhecimentos. Anualmente, é possível participar de diferentes olimpíadas científicas, regionais, estaduais ou nacionais. As olimpíadas, de forma geral, têm estimulado muitos jovens a descobrir mais sobre as ciências e as tecnologias”, comentou.
O professor Henrique Moura explicou a importância dos alunos participarem dessas competições. “A OBR teórica funciona de forma abrangente, trabalhando com exemplos de robótica envolvendo várias matérias, como Física, Geografia, Ciências, entre outras. Já a OBI prática trabalha a ideia de programação e raciocínio lógico, tendo como pré-requisito que o aluno tenha o domínio de uma linguagem de programação para participar.
Henrique afirmou ainda que o IDB sempre incentiva seus alunos a serem desafiados. “Este ano a novidade será o preparatório para a modalidade Prática da OBR para os alunos interessados, além do incentivo à partição dos alunos para o ano de 2017 nas modalidades já premiadas em 2016”.
O objetivo da OBI é despertar nos alunos o interesse por uma ciência importante na formação básica hoje em dia, através de uma atividade que envolve desafio, engenhosidade e uma saudável dose de competição. Ela é uma competição organizada nos moldes das outras olimpíadas científicas brasileiras, como Matemática, Física e Astronomia.
Já a OBR é uma das olimpíadas científicas brasileiras apoiadas pelo CNPq, que utiliza-se da temática da robótica – tradicionalmente de grande aceitação junto aos jovens – para estimulá-los às carreiras científico-tecnológicas, identificar jovens talentosos e promover debates e atualizações no processo de ensino-aprendizagem brasileiro.
O antigo aluno Ocimar Mota dos Santos, conquistou a medalha de prata na Olimpíada Brasileira de Informática como um dos melhores colocados na modalidade Programação. O dombarretano que concluiu a 3ª Série do Ensino Médio no ano passado, em 2016, garantiu que o resultado foi uma surpresa.
“Não esperava o resultado. Não imaginei que tivesse sido tão bem como fui. Esta foi a terceira vez que eu fiz. Então já tinha um tempo que estava me preparando. O que me ajudou bastante foram as aulas que tivemos no último ano e também os estudos que fizemos em grupo”, comentou o medalhista.
O medalhista de ouro da OBR, Rafael Rodrigues, explicou o motivo pelo qual participou da competição e incentivou os alunos a participarem também. “Participar da OBR foi muito gratificante, não só pela parte do reconhecimento, mas pelo esforço que isso traz ao aluno, já que isso acarretará resultados na vida dele. E pelo fato de cobrar diversas áreas, isso acaba incentivando o aluno a estudar tudo e a se esforçar mais em diversas matérias. Além de proporcionar uma introdução do aluno na área de programação, pois amplia o raciocínio lógico e é uma área para onde o futuro nos guia”, comentou o brilhante.
Parabenizamos nossos brilhantes, que sempre nos enchem de orgulho!
Paz e Bem!