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01/08/2017 16:50
Comemora-se hoje no Brasil o Dia do Escritor. A data surgiu por ocasião da realização do I Festival do Escritor Brasileiro, organizado pela União Brasileira de Escritores, instituição da qual os escritores Jorge Pererino Júnior e Jorge Amado, eram na época presidente e vice-presidente, respectivamente. Um dia para prestigiar aqueles que colocam todos em contato com novas culturas, novas vidas e novos mundos.
O grande sucesso do evento foi primordial para que o dia nacional do escritor fosse instituído. Com pouco mais de quinhentos anos de história, a Literatura Brasileira, se comparada à tradição literária europeia, por exemplo, ainda é jovem, mas nem por isso menos rica e interessante. Dos primeiros cronistas à literatura contemporânea, oferece uma diversidade de autores que representam os mais variados gêneros, muitos internacionalmente reconhecidos.
A professora de Língua Portuguesa do 9º Ano do Ensino Fundamental do Instituto Dom Barreto, Luana Camargo, apaixonada por livros, leitura e por sua profissão, descreve o escritor como “personificação da metáfora”.
A professora complementa a importância desta profissão para nossas vidas hoje. “O escritor, em suas divagações, lança olhares inéditos sobre um mundo que se torna nosso. Sua vocação atinge o ápice da solidariedade, pois torna seu mundo um espaço coletivo de que todos podem usufruir e que todos podem reconstruir. Usando as palavras de nosso saudoso e magnífico Manoel de Barros, diria que os escritores ‘usam a palavra para compor os seus silêncios’ e uma vez compostos… seus silêncios gritam evocam-nos e levam-nos a um novo mundo, um mundo da “invencionática”, onde as “palavras fatigadas” perdem um pouco seu espaço, ou até a um mundo da realidade, onde as opiniões se cruzam e os textos se tornam embates dialógicos que nos constituem enquanto sujeitos. Daí a importância desse profissional: mudar a forma de vermos as coisas e assim…mudar o mundo”, afirmou Luana.
Os diversos tipos de textos e produções literárias representam e defendem a identidade cultural do país. Seja fantasia, seja real, não há dúvida, um bom livro provoca nos leitores diferentes emoções, fazendo rir, chorar, recordar e refletir.
Aos escritores, um Feliz Dia!